DIRETRIZES PARA O USO DAS TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS. MEC – 2010
Girleide Bonfim da Silva[1]
Roseane Alves da Silva[1]
(Paraná. Secretaria
de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes para o uso de tecnologias educacionais – Curitiba:
SEED – PR; 2010.) P.39 – 49.
Atualmente
observamos que dentro da pesquisa escolar o educador que propõe uma pesquisa
com objetivo apenas de avaliar o conteúdo escrito, sem posterior reflexão,
corre o risco de receber uma cópia de muitas informações sem significado algum.
Na maioria das vezes, esse tipo de “pesquisa” nem é lida pelo aluno e, pior
ainda, não propicia qualquer aprendizagem efetiva. Já na Pesquisa de ensino nos
deparamos com um contexto de fusão entre ensino e pesquisa, onde se destacam
ferramentas que colaboram para a sua realização e organização, como as teorias,
as propostas e os métodos. Em outros tópicos ainda importante que destacamos
estão presentes a pesquisa escolar e as mídias, que nos mostra que não podemos
negar que a mídia impressa é, de fato, um dos poucos recursos que estão
presente em todas as escolas. Nos espaços escolares para pesquisa, as
ferramentas de busca, são um dos recursos da Internet, que permitem ao aluno
encontrar, de forma rápida e eficiente, praticamente tudo o que necessita para
sua pesquisa. No entanto podemos entender como se tonar importante o uso das
tecnologias educacionais, o acesso à informação por meio das pesquisas via
Internet podem contribuir com a formação integral do aluno, visto que esse
espaço também é um grande ambiente de comunicação. Ao propor-se pesquisar por
esses meio, alunos e professores têm acesso a diferentes recursos, podendo mais
que comunicar, compartilhar informações, conhecimentos e saberes.
Palavra-chave: Educação,
Tecnologia, Pesquisa.