Inaiara Rodrigues dos Santos[1]
José Antônio Alves Neto
Taismana Cristina Silva Melo
(PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes Para O Uso De Tecnologias
Educacionais - Curitiba: SEED - PR. 2010)
Desde o início de seu surgimento no Brasil, o processo de pesquisa
tem sido incompreendida, por educadores e alunos. O ato de pesquisar pode ser
compreendido como a prática que desperta o interesse e curiosidade, sendo
encarado como sinônimo de investigação, engajamento e compromisso. Deve-se
deixar de lado a ideia de pesquisa como mera cópia sem sentido, adição ou
estímulo ao conhecimento. A pesquisa serve como um complemento na educação,
trazendo prazer, instigando o aluno na busca de algo específico, mostrando que
nessa prática há paralelismo ao ensino. As mídias impressas, audiovisuais e
web, podem apoiar alunos e professores se usadas adequadamente, sem a falta de
entusiasmo e obrigatoriedade que percebemos nas pesquisas muitas vezes feitas
nas instituições de ensino. Independentemente do tipo de mídia que se utilize,
é necessário que professores e alunos vejam a pesquisa como algo concreto e
significativo, que instigue a ter um novo olhar de curiosidade ao conhecer, não
se tornando algo meramente paralelo a prática educacional.
PALAVRAS CHAVE: Educação, Tecnologia, Pesquisa.
[1]
Alunos do 3º período do curso de Licenciatura em Pedagogia na Faculdade de
Formação de Professores da Mata Sul – FAMASUL.
Resumo apresentado à
disciplina Prática Pedagógica, sob a orientação da Professora Mª José das
Neves.
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