segunda-feira, 7 de julho de 2014

DIRETRIZES PARA O USO DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS: PESQUISA ESCOLAR E INTERNET



Inaiara Rodrigues dos Santos[1]
José Antônio Alves Neto
Taismana Cristina Silva Melo

(PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação. Diretrizes Para O Uso De Tecnologias Educacionais - Curitiba:  SEED - PR. 2010)

Desde o início de seu surgimento no Brasil, o processo de pesquisa tem sido incompreendida, por educadores e alunos. O ato de pesquisar pode ser compreendido como a prática que desperta o interesse e curiosidade, sendo encarado como sinônimo de investigação, engajamento e compromisso. Deve-se deixar de lado a ideia de pesquisa como mera cópia sem sentido, adição ou estímulo ao conhecimento. A pesquisa serve como um complemento na educação, trazendo prazer, instigando o aluno na busca de algo específico, mostrando que nessa prática há paralelismo ao ensino. As mídias impressas, audiovisuais e web, podem apoiar alunos e professores se usadas adequadamente, sem a falta de entusiasmo e obrigatoriedade que percebemos nas pesquisas muitas vezes feitas nas instituições de ensino. Independentemente do tipo de mídia que se utilize, é necessário que professores e alunos vejam a pesquisa como algo concreto e significativo, que instigue a ter um novo olhar de curiosidade ao conhecer, não se tornando algo meramente paralelo a prática educacional.

PALAVRAS CHAVE: Educação, Tecnologia, Pesquisa.


[1] Alunos do 3º período do curso de Licenciatura em Pedagogia na Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul – FAMASUL.
Resumo apresentado à disciplina Prática Pedagógica, sob a orientação da Professora Mª José das Neves.

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